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quinta-feira, 2 de abril de 2020

Depois de anunciar sanção, Bolsonaro diz que ainda espera MP para oficializar auxílio de R$ 600



O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira (2) que vai enviar uma medida provisória para o Congresso antes de publicar a sanção do auxílio de R$ 600 mensais para trabalhadores informais. O auxílio é uma medida para amenizar os efeitos da pandemia de coronavírus na economia.
Bolsonaro disse que sancionou o projeto, aprovado pelo Congresso, nesta quarta (1º). Mas o texto ainda não foi publicado no "Diário Oficial da União". Por isso, na prática, ainda não está valendo.
De acordo com o presidente, ele quer que a MP garanta a legalidade do gasto extra, já que o auxílio sairá dos cofres do governo. O presidente argumentou que o Congresso tem que avalizar a criação de novas despesas e apontar as fontes de onde sairá o dinheiro.
"Assinei ontem [quarta], estava aguardando outra medida provisória, porque não adianta dar um cheque sem fundo. Tem que ter o crédito também", afirmou.
Segundo o presidente, a MP deve sair nesta quinta. "Uma canetada minha errada é crime de responsabilidade, dá para vocês entenderem isso? Vocês querem que eu cave minha própria sepultura? Vocês querem que eu cave minha própria sepultura? Não vou dar esse prazer para vocês", completou o presidente, se dirigindo a jornalistas.
No entanto, analistas dizem que não é necessária a MP para liberar os pagamentos. Eles afirmam que em momentos de calamidade (o estado de calamidade já foi pedido pelo governo e reconhecido pelo Congresso), gastos extras estão autorizados. Além disso, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decidiu que, na atual situação, os gastos são legais (veja mais abaixo).

Mesmo sem ter oficializado a sanção e a MP, Bolsonaro disse que o operação para pagar o benefício está a "todo o vapor", com previsão de início dos repasses na próxima semana.
"Está a todo o vapor, semana que vem começa a pagar", afirmou o presidente.
Segundo o governo, o auxílio de R$ 600, que será pago por três meses, beneficiará 54 milhões de pessoas com um custo de R$ 98 bilhões. A MP que o presidente precisa publicar no 'Diário Oficial' deverá abrir o crédito extraordinário destes R$ 98 bilhões.

O que dizem os especialistas

O economista e professor do IDP José Roberto Afonso, um dos idealizadores da LRF, também entende que o governo não precisa de PEC para começar a efetuar os pagamentos.
"Não falta o recurso, o recurso tem que sair da dívida pública. Não falta autorização, o Congresso já aprovou calamidade pública em todo território nacional. Eu acho que não falta boa disposição de governadores, prefeitos, que inclusive estão fazendo o que o governo federal devia estar fazendo", afirmou.
"O Congresso aprovou tudo que foi pedido ao Congresso. O Supremo aprovou tudo que foi pedido a ele. O que não pode é a cada momento ficar querendo aparecer novas dúvidas, novas questões e isso justificar você não agir", completou.
Para Felipe Salto, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente, entidade ligada ao Senado, o pagamento pode ser viabilizado por medida provisória. Por isso, segundo ele, cabe ao governo tomar a iniciativa.
"O pagamento do auxílio de R$ 600, ele independe de aprovação de PEC. Ele pode ser viabilizado de imediato a partir de uma edição de uma MP, um ato do Poder Executivo, então a bola está na mão do presidente da República, para que esse gasto seja feito o mais rápido possível", afirmou.

ORIENTAÇÕES DA SECRETARIA DE SAÚDE SOBRE O CORONAVÍRUS (COVID-19)ORIENTAÇÕES DA SECRETARIA DE SAÚDE SOBRE O CORONAVÍRUS (COVID-19)

ORIENTAÇÕES DA SECRETARIA DE SAÚDE SOBRE O CORONAVÍRUS (COVID-19)ORIENTAÇÕES DA SECRETARIA DE SAÚDE SOBRE O CORONAVÍRUS (COVID-19)
A Secretaria de Saúde está orientando as pessoas do município de Itaipulândia para que permaneçam em suas casas.
Caso alguém apresente algum sintoma gripal, como por exemplo: febre, tosse e falta de ar, entre em contato com o plantão do coronavírus do Município de Itaipulândia pelo número 9 9999 0973.
O plantão estará atendendo das 7h às 23h.
“Permaneçam em suas casas. Esse momento é de resguardo, para que a saúde possa atender todo mundo da melhor forma possível, para que todos que precisarem, tenham atendimento. Apenas saia de casa se for de extrema necessidade”, ressalta Venice Kotz, Coordenadora da Atenção Básica da Secretaria de Saúde do Município de Itaipulândia.

COMUNICADO DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO

Documentação pode ser enviada pelo e-mail: educasubsidio@hotmail.com

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Sem testes, todo número é ilusão



Enquanto Jair Bolsonaro aparentemente decidiu mudar o tom da insanidade no seu último delírio em cadeia nacional e Donald Trump reconheceu que seria uma vitória para os Estados Unidos registrar “apenas” 100 mil mortos pela Covid-19, o número de casos e mortes no Brasil segue impávido o crescimento exponencial característico da fase incial das curvas epidêmicas.
Quem examinar de perto os dados que vêm sendo divulgados pelo Ministério da Saúde, porém, poderá ter a impressão enganosa de que o ritmo de crescimento da epidemia no Brasil é mais brando. O gráfico abaixo exibe os cinco estados brasileiros mais atingidos pelo novo coronavírus, em comparação com cinco outras regiões do mundo paralisadas pela epidemia.
Avanço da Covid-19 em diferentes estados brasileiros e regiões do mundo — Foto: Editoria de Arte/G1Avanço da Covid-19 em diferentes estados brasileiros e regiões do mundo — Foto: Editoria de Arte/G1

Duas explicações importantes para ler as informações. Primeira: o crescimento é apresentado a partir do centésimo caso, quando a epidemia já adquiriu extensão suficiente para que as velocidades de contágio possam ser comparadas. Segunda: para facilitar a visualização, os números no eixo vertical representam uma escala logarítmica. Isso significa que cada unidade de incremento nesse eixo representa, na verdade, a multiplicação no número de casos por dez.
Examinando o gráfico, nota-se que as províncias de Daegu (Coreia do Sul), Hubei (China) e Lombardia (Itália) levaram, uma vez registrado o centésimo caso, de seis a sete dias para chegar ao milésimo. O estado de São Paulo levou dez dias, e nem depois dos mesmos dez dias o Rio de Janeiro alcançou a marca. As curvas de Ceará, Distrito Federal e Minas Gerais estão todas abaixo da linha pontilhada, que aponta a evolução média nas regiões selecionadas.
Uma razão possível para isso seria a epidemia demonstrar, no Brasil, um ritmo de evolução mais lento, talvez em virtude de fatores climáticos. Como expliquei no post de ontem, contudo, é também uma explicação improvável. O mais verossímil é que estejamos subestimando o número de casos (numa extensão que tentei estimar no post de anteontem).
Há dois motivos para isso ocorrer. O primeiro é simplesmente a desorganização. Os dados demoram a chegar às autoridades. Tome como exemplo o município mineiro de Santo Antônio do Monte, que anunciou ontem em seu Instagram ter confirmado dois casos na cidade, nenhum deles registrado no boletim emitido pela Secretaria de Saúde de Minas Gerais. O Brasil deve estar repleto de histórias parecidas, em especial dos mortos pela Covid-19 que entram nas estatísticas como vítimas de pneumonia ou outras doenças respiratórias.
O segundo motivo é mais importante, por ter consequências mais sérias para o futuro do combate à epidemia: faltam testes, mesmo para os casos graves. Todo número, portanto, não passa de uma ilusão. O governo paulista anunciou ontem que aguarda o resultado de 14 mil testes realizados em pacientes suspeitos. Parece muito? Não é nada perto da necessidade de rastrear e isolar os infectados.
Considere o caso de Nova York. Depois do centésimo caso, o estado americano levou nove dias para alcançar o milésimo. Aí deu um salto e se tornou o principal foco da doença no mundo, com evolução superior a Hubei – de onde o vírus se espalhou para o planeta – ou à Lombardia – onde o sistema de saúde entrou em colapso por causa da leniência inicial das autoridades.
O que aconteceu em Nova York? Não foi apenas o contágio, mas a ampliação dos testes capazes de detectar o vírus, mesmo em pacientes com poucos ou nenhum sintoma. De acordo com os dados do Covid Tracking Project, o estado havia realizado apenas 8.260 testes até 14 março, quando registrou as primeiras mortes. Com uma estrutura mais ampla de testagem, passou ontem de 205 mil.
Testes não são importantes apenas para a precisão das informações. Permitem também rastrear o vírus, isolar os pacientes infectados e todos aqueles com que tiveram contato. Nenhum país testou tanto quanto a Coreia do Sul (como expliquei na minha série de posts sobre estratégias de combate ao coronavírus). Até ontem, os sul-coreanos haviam realizado 410 mil testes, mais de 800 para cada 100 mil habitantes. Os Estados Unidos, mesmo tendo alcançado 1 milhão de testes, ainda estão pouco acima de 320 para cada 100 mil habitantes.
Mais do que testar, a Coreia do Sul montou uma base de dados capaz de rastrear 84% dos 9.786 casos registrados até agora. Cada paciente é identificado e ligado aos demais infectados com quem teve contato. Dessa forma, conseguiu conter o surto na província de Daegu, onde a doença se espalhou para mais de 5 mil pessoas a partir de uma única infectada num culto religioso. Sem necessidade de recorrer a quarentenas ou ao isolamento radical.
Medidas de teste e rastreamento também foram adotadas de diferentes formas em Hong Kong, Cingapura e Taiwan. Neste último país, a integração dos dados da saúde e da vigilância fronteiriça, com multas rigorosas para quem violasse as quarentenas, foi essencial para deter o vírus antes que de se espalhar pela população (leia mais a respeito neste outro post da série).
O que todos esses países têm em comum não é apenas a cultura asiática. É sobretudo o trauma provocado em 2003 pela epidemia da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars). A população local já estava educada para os riscos representados por uma pandemia e sabia que, depois que um vírus desconhecido se espalha, não há outro remédio senão a paralisia de todas as atividades.
Quando for possível sair das quarentenas, os testes serão fundamentais para monitorar novos surtos, rastrear os infectados e evitar a necessidade de manter toda uma região paralisada. Sem eles, decretar o fim das quarentenas equivale basicamente a instaurar um morticínio coletivo, sobre o qual ninguém terá controle.

Iniciadas construção de 20 casas no Residencial Jacutinga II

Iniciadas construção de 20 casas no Residencial Jacutinga II
A administração municipal de Itaipulândia, através do Departamento de Habitação, está dando sequência a um dos mais arrojados programas habitacionais do município. Desta vez, são 20 unidades habitacionais que estão em fase de construção no Residencial Jacutinga II. As casas foram liberadas através do Fundo Municipal de Habitação, onde cada mutuário recebe um valor de R$ 50.000,00 mais o terreno, que deverão ser quitados em 240 parcelas.
Estas obras estão seguindo as orientações do Ministério da Saúde, em relação a evitar aglomerações, em virtude do Coronavírus.
Há que destacar que neste mesmo loteamento o município ainda conta com 20 terrenos para contemplar mais vinte famílias, numa próxima etapa.
Segundo o Diretor de Habitação, Albeneir Carvalho (Bena), o município já conta com mais de 250 casas construídas ou em construção, com recursos do Fundo Municipal de Habitação ou através de convênio com a Caixa Econômica Federal.
Em relação ao Loteamento “Jardim das Flores” de Santa Inês, o Departamento informa que a lista provisória de habilitados será divulgada nos próximos dias, onde neste local serão construídas 59 residências.

terça-feira, 31 de março de 2020

Hospital de Foz do Iguaçu é habilitado a fazer exames rápidos para detectar Covid-19




O Hospital Ministro Costa Cavalcanti (HMCC), em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, está habilitado para realizar diariamente até 480 exames rápidos para detectar a Covid-19. O credenciamento foi autorizado nesta segunda-feira (30) pelo Laboratório Central do Estado (Lacen).
De acordo com o hospital, com o teste, o diagnóstico ocorrerá em até três horas. Nesta segunda-feira, o HMCC contava com 90 testes e deve receber outros 1,5 mil kits até o final da semana. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), Foz do Iguaçu tem 10 casos confirmados da doença e 48 estão sendo investigados.
Conforme a Prefeitura de Foz do Iguaçu, com a alta demanda pelos exames, que são realizados pelo Lacen, o resultado é divulgado entre 72 horas e 10 dias.
Com os testes rápidos no hospital do município, conforme a prefeitura, será possível aumentar a agilidade no diagnóstico da doença em Foz do Iguaçu e nos municípios da 9ª Regional de Saúde.
Unidade é mantida pela Itaipu e entrou com pedido pelo credenciamento na sexta-feira (27) — Foto: Rubens Fraulini/ItaipuUnidade é mantida pela Itaipu e entrou com pedido pelo credenciamento na sexta-feira (27) — Foto: Rubens Fraulini/Itaipu

O hospital é mantido pela Itaipu Binacional e, segundo a usina, a administração deu entrada no pedido de credenciamento na sexta-feira (29).
Segundo a Itaipu, os exames serão feitos conforme o encaminhamento da vigilância sanitária de Foz do Iguaçu e das cidades da região. O hospital não informou o custo de cada teste rápido.

Ala para pacientes com Covid-19

O Hospital Ministro Costa Cavalcanti, segundo a Itaipu, conta com uma ala exclusiva com 25 leitos para pacientes infectados pelo novo coronavírus.
A unidade gerencia um fundo emergencial de cerca de R$ 15 milhões, segundo o hospital, que são utilizados para a ações de combate à Covid-19 em Foz do Iguaçu e nas cidades vizinhas.
Hospital poderá realizar até 480 testes por dia, em Foz do Iguaçu — Foto: Rubens Fraulini/ItaipuHospital poderá realizar até 480 testes por dia, em Foz do Iguaçu — Foto: Rubens Fraulini/Itaipu

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