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quinta-feira, 4 de junho de 2020

'Abin paralela' de Bolsonaro tem de PMs a aliados

'Abin paralela' de Bolsonaro tem de PMs a aliados

A rede de informantes cresceu vertiginosamente na última eleição, mas antes já tinha ajudado a eleger Bolsonaro e filhos no Legislativo


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Na última semana, o presidente Jair Bolsonaro decidiu trocar mais uma vez o número do telefone celular, a sexta mudança desde que assumiu o governo. Ele, no entanto, passou para o novo aparelho os antigos contatos. A lista do seu aplicativo tem mais de dez mil nomes, entre apoiadores civis e militares, políticos e simpatizantes.
Sem máscara protetora, o presidente da República, Jair Bolsonaro, acena e cumprimenta apoiadores que participavam de um ato diante do Palácio do Planalto, na Praça dos Três Poderes, em Brasília, neste domingo, 31 de maio de 2020
Sem máscara protetora, o presidente da República, Jair Bolsonaro, acena e cumprimenta apoiadores que participavam de um ato diante do Palácio do Planalto, na Praça dos Três Poderes, em Brasília, neste domingo, 31 de maio de 2020

A parte mais influente é formada especialmente por agentes de órgãos de inteligência e de tropas de elite das polícias. Trata-se de um abrangente serviço particular de informações impulsionado na campanha de 2018.
Em reunião no Palácio do Planalto, a 22 de abril, Bolsonaro confirmou a seus ministros que mantinha o serviço próprio de informações e desdenhou do trabalho da ABIN, da Polícia Federal e dos centros de inteligência das Forças Armadas. "Sistemas de informações: o meu funciona. O meu, particular, funciona", disse. "Prefiro não ter informação do que ser desinformado por sistema de informações que eu tenho."
É comum o presidente encaminhar parte dessas denúncias filtradas a aliados ou mesmo publicar em suas redes socais, sem checagem. Vez ou outra ele apaga a postagem e pede desculpas. A maioria chega à Agência Brasileira de Inteligência (ABIN). Um integrante do órgão afirmou ao Estadão que as denúncias repassadas, muitas sem fundamento, sobrecarregam o sistema de informações.

Ainda de madrugada, Bolsonaro costuma selecionar informações recebidas no WhatsApp entre aquelas que precisam ser "checadas" por seus assessores ou "cobradas" às respectivas áreas. O presidente costuma encaminhar as mensagens diretamente para ministros e auxiliares.
No tempo de deputado, ele recebia a ajuda do filho e vereador Carlos Bolsonaro (RJ). Agora, conta com assessores do gabinete, como o tenente-coronel da Polícia Militar do Distrito Federal Márcio Cavalcante de Vasconcelos e o coronel do Exército Marcelo Costa Câmara. Todos trabalham no 3.º andar do Palácio do Planalto, a poucos metros da sala de Bolsonaro.
Todas as manhãs, o general reformado Augusto Heleno Ribeiro, ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), cumpre um antigo ritual dos ocupantes do cargo de chefe do sistema de informações de receber o presidente na garagem do Planalto e subir com ele para o gabinete, repassando dados entregues pela Abin. Mas Bolsonaro já deixou claro que essas informações só "desinformam".
Numa entrevista recente na portaria do Palácio da Alvorada, o presidente disse que soube, por meio de seus informantes, amigos policiais civis e militares no Rio, que algo estava "sendo armado" contra ele e sua família. Afirmou ter sido avisado com antecedência da possibilidade de busca e apreensão nas casas de filhos dele e da "plantação" de provas contra a família, o que não se concretizou. Neste caso, atribuiu a ofensiva ao adversário e governador do RioWilson Witzel (PSC).
Ao ser questionado sobre o sistema próprio de informação, Bolsonaro já afirmou em entrevista: "É um colega de vocês da imprensa que com certeza eu tenho, é um sargento no batalhão de operações especiais no Rio, um capitão do Exército de um grupo de artilharia em Nioaque, um policial civil em Manaus. É um amigo que eu fiz em um determinado local faz anos, que liga pra mim e mantém contato pelo zap", relatou. "Descubro muitas coisas, que lamentavelmente não descubro via inteligência oficial, que é a PF, a Marinha, a Aeronáutica e a Abin."
Um dos participantes do serviço de informações paralelo referidos pelo presidente é Aparecido Andrade Portela. Militar reformado do Exército, ele conheceu Bolsonaro nos anos 1970 em NioaqueMato Grosso do Sul, quando serviram juntos. Ele costuma transmitir ao presidente informações políticas locais e a situação na fronteira.
Outro informante é o antigo assessor Waldir Luiz Ferraz, 67 anos. Ele foi convidado a trabalhar em Brasília, mas preferiu permanecer no Rio, especialmente depois que Witzel se tornou adversário do clã Bolsonaro. O auxiliar do presidente opera uma espécie de sucursal carioca da rede de informações.
Numa operação da Polícia Federal de busca e apreensão no Palácio das Laranjeiras, residência do governador, na madrugada de 26 de maio, Waldir estava na calçada em frente para repassar informações ao presidente, revelou a revista Veja. Com 2,4 mil contatos no WhatsApp, ele disse ao Estadão que recebe mais de 1.000 mensagens por dia, entre denúncias, críticas e apoios. Após uma filtragem, dez a 15 são repassadas a Bolsonaro.

Eleição

A rede de informantes cresceu vertiginosamente na última eleição, mas antes já tinha ajudado a eleger Bolsonaro e seus filhos a cargos no Legislativo. A capilaridade da rede do presidente lhe permite, inclusive, que ele receba informações muito semelhantes às que chegam às mesas dos governadores oposicionistas do RioWilson Witzel, e de São PauloJoão Doria, de suas respectivas seções de inteligência das polícias, as P-2.
Foi por meio da rede no WhatsApp que a família Bolsonaro recebeu um vídeo da autópsia do corpo do ex-agente do BOPE Adriano Magalhães da Nóbrega, ligado a milícias, morto, em fevereiro, num cerco da polícia no interior da Bahia. A imagem foi divulgada no Twitter pelo senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente, que já condecorou o ex-policial. O parlamentar que acusou a polícia baiana de torturar Nóbrega antes da execução. Aparentemente surpreendido, o secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, chegou a dizer que o vídeo não foi feito dentro do IML, onde havia uma equipe reduzida. Mas não explicou a origem da imagem. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

taipulândia conhece os vencedores do Futebol Suíço 45 Anos

A Secretaria de Esportes e Cultura, através do Departamento de Esportes, encerrou mais uma competição, nesta quinta-feira (12). Desta vez foi o Campeonato Municipal de Futebol Suíço 45 Anos – Edição 2019.
Na partida única, valendo o título, a equipe do Botafogo “B” venceu o Campo Parizotto pelo placar de 5 x 0.
Sendo assim, estes foram os destaques da competição, confira:
Botafogo “B” – Campeão – troféu, medalhas e 10 KG de costela;
Campo Parizotto – Vice-campeão – Troféu, medalhas e 8 KG de costela;
Defesa menos vazada Botafogo “B” – 6 gols sofridos;
Artilheiro – Marcos Donizete – 5 gols anotados;

sábado, 3 de novembro de 2018

Delações revelam esquema para beneficiar campanha da deputada Cláudia Pereira


Cláudia Pereira (PSC) foi eleita deputada estadual em 2014 — Foto: Pedro de Oliveira/AlepCláudia Pereira (PSC) foi eleita deputada estadual em 2014 — Foto: Pedro de Oliveira/Alep

Duas novas delações feitas ao Ministério Público Federal (MPF-PR) e homologadas pela Justiça revelam um esquema para beneficiar a campanha da deputada estadual do Paraná pelo PSC, Cláudia Pereira, em 2014.
A parlamentar é mulher do ex-prefeito de Foz do Iguaçu, no oeste do estado, Reni Pereira (PSB). Ela não é ré no processo.
As delações foram feitas pelos empresários de Cascavel, também no oeste, em maio e em julho e são relacionadas às investigações da Operação Nipoti, um dos braços da Operação Pecúlio, da Polícia Federal, que apura supostos esquemas de corrupção liderados por Reni Pereira.
O empresário Paulo Trento Gorski afirmou que, em setembro de 2014, participou junto com o pai, Paulo Gustavo Gorski, de um almoço com o então prefeito em uma churrascaria em Foz do Iguaçu.
De acordo com ele, outros agentes públicos estavam no encontro.
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Segundo o delator, inicialmente eles conversaram sobre o andamento de obras no município e que durante o almoço Reni Pereira pediu aos empresários uma "ajuda" financeira para a campanha da esposa, Cláudia Pereira, no valor de R$ 200 mil.
O delator declarou ainda que os empresários comentaram sobre a dificuldade em realizar a ajuda de campanha, o que deixou o ex-prefeito “meio bravo” e a reunião tensa.
Paulo Trento contou ainda que depois do almoço seu pai ficou muito nervoso e reclamou que as obras estavam atrasadas. Mesmo assim, continuou, Pereira continuou pedindo a ajuda financeira.
O delator disse que o pai não falou se entregou algum dinheiro na reunião.
Já Paulo Gustavo Gorski afirmou que fez repasses ilegais para a campanha de Cláudia Pereira, em 2014, que totalizaram R$ 80 mil.
O empresário também afirmou em delação que no almoço o ex-prefeito insistiu no pagamento do valor solicitado e inclusive prometeu outras vantagens futuras durante a execução de novos contratos dos empresários com a Prefeitura de Foz do Iguaçu.
Depois do encontro, continuou, entrou no carro do então diretor de obras Girnei de Azevedo, que também estava na reunião, e entregou um envelope com R$ 40 mil em dinheiro.
Ele afirmou ainda que pagou outros R$ 40 mil reais em cheques: um no valor de R$ 5 mil, um de R$ 5,7 mil, um de R$ 9,3 mil e dois de R$ 10 mil.
Na denúncia feita pelo MPF, em janeiro de 2017, os procuradores da república firmaram que ficou evidente o crime de corrupção passiva por parte de Reni Pereira e dos outros agentes públicos envolvidos no esquema de corrupção investigado pela Operação Nipoti, um dos braços da Operação Pecúlio.
Os delatores Paulo Gustavo e Paulo Trento Gorski são acusados de corrupção ativa. Os dois foram presos temporariamente na deflagração da 5ª fase da Operação Pecúlio, no dia 15 de dezembro de 2016, e soltos quatro dias depois.

O que dizem os citados

A defesa dos delatores declarou que foram apresentados documentos importantes para o auxílio e administração da justiça.
O advogado de Girnei Azevedo afirmou que a delação dos empresários segue os mesmos termos da colaboração feita por ele em 2016.
Já a defesa do ex-prefeito Reni Pereira declarou que é inacreditável o número de delações premiadas no mesmo processo e que as delações não apresentam qualquer elemento de prova, apenas confirmam o que o Ministério Público pretende.
O advogado Vitor Sprada afirmou ainda que as novas delações não trazem nada de novo, apenas ratificam o que já havia sido dito por outros delatores.
Até a última atualização o G1 não havia conseguido contato com a defesa da deputada Cláudia Pereira.

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